Graduação, Técnico ou Tecnólogo?

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Os jovens brasileiros ao concluir o Ensino Médio se deparam com muitas dúvidas sobre qual caminho seguir após esta etapa. Graduação, Técnico ou Tecnólogo? Qual seria a opção melhor ?.

Diversos setores da economia brasileira vão surgindo e outros desaparecendo conforme o crescimento tecnológico e às necessidades da população. Antes de adquirir o diploma e consequentemente seguir a carreira tão desejada, os estudantes devem analisar suas aptidões, vontades e oportunidades no mercado de trabalho.

Atualmente, uma formação Técnica, Tecnóloga ou de Graduação pode ser muito bem sucedida desde que interessado tenha optado pela área que lhe forneça satisfação e crescimento.

Em relação a escolaridade, o curso Técnico possui formação de nível médio e o Tecnólogo é considerado como nível Superior. A diferença entre o curso Tecnólogo e o curso de Ensino Superior são basicamente a carga horária e as áreas de estudos ofertadas. Por isso é importante que os candidatos verifiquem a linha de profissão que desejam seguir, além de pesquisar as vantagens e desvantagens de cada seguimento.

Diante dos questionamentos sobre qual formação obter após o Ensino Médio, ainda existe uma boa parcela da população que desistem dos estudos, seja por falta de oportunidade, acesso, interesse, condição socioeconômica, entre vários outros motivos conforme revelados por pesquisas.

De acordo com informações divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística no ano passado (2017), 24,8 milhões de adolescentes e jovens entre 14 e 29 anos (de ambos sexos) não frequentavam Escola, Curso Pré-Vestibular, Curso Técnico ou de Qualificação Profissional. Do total, 41% alegaram não estudar porque trabalhavam, porque iriam iniciar um trabalho ou porque estavam procurando um trabalho.

Outro fator alarmante, é que 19,7% dos 24,8 milhões afirmaram que não tinham interesse pelos estudos e 12,8% alegaram não estudar por questões de afazeres domésticos, ou cuidados de crianças, idosos e pessoas portadoras de necessidades especiais.

Segundo a analista de Coordenação do Trabalho e Rendimento do IBGE, Marina Aguas, deixar de estudar é reduzir o capital humano. As pesquisas ainda revelam que em cada dois desempregados, um é jovem. Esse fator mostra que os mais atingidos com a crise na economia do país são os jovens.

O importante é que o país não desista dos jovens, e os jovens, não desistam de si. Ainda que os brasileiros sofram as consequências da má administração governamental e da corrupção sistêmica, a luta do povo deve ser contínua. O Brasil só tornará um país melhor quando a prioridade do investimento for a “Educação”.